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Caramujos africanos são capturados e destruídos em Itapemirim

Com a incidência das chuvas de verão, crescem por parte da população, as preocupações em relação à presença e proliferação do caramujo africano, (Achatina fúlica), que já são avistados com grande frequência nos bairros da cidade. Pensando nisso, a administração municipal vem realizando uma parceria entre as Secretarias municipais de Meio Ambiente, Regional Itaipava/Itaoca, Saúde (Vigilância Epidemiológica), Serviços Públicos, Pesca e Defesa Social, que estão trabalhando com um bom número de servidores no controle a estes moluscos, seguindo sempre as orientações técnicas do Ministério da Saúde.

Os caramujos africanos (que já se tornaram uma praga no Brasil) se proliferam muito rápido nesta época do ano, pois eles gostam de ambientes quentes, úmidos e com sombra. Os quintais das residências, os terrenos abandonados e as restingas da faixa de areia dos balneários são lugares ideais para a reprodução da espécie. Aqui em Itapemirim, os agentes de saúde que também desenvolvem os trabalhos de combate ao Aedes Aegypti (transmissor da dengue), desenvolve um trabalho de orientação à população, em relação aos cuidados com esse molusco que pode causar doenças.

Combate ao molusco

Os servidores das secretarias envolvidas estão fazendo um trabalho de orientação e coleta manual dos caramujos, sempre com as mãos protegidas com luvas, para que não entrem em contato com o molusco. O trabalho consiste em capturar, armazena-los em sacolas plásticas, destruição do animal bem como dos cascos, e após essas etapas estes são enterrados ou queimados.

A Achatina fúlica foi introduzida no Brasil na década 80 para ser comercializado como escargot, uma especialidade da culinária francesa. Mas, pelo fato de ter uma baixa procura, os produtores abandonaram os moluscos na natureza. Esse caramujo pode viver mais de nove anos e atingir o peso de 400g. Além disso, se reproduz rapidamente e pode colocar entre 180 e 400 ovos.

equipe

Ele se alimenta de diversas plantas como as dos jardins e hortaliças, atingindo assim os pequenos produtores até as grandes plantações. Na natureza, o molusco pode provocar um desequilíbrio ambiental, pois esta espécie não tem um predador natural e por devorar os alimentos das espécies nativas de aves, insetos e de outros caramujos. As pessoas que necessitarem de mais informações sobre o controle deste molusco, ou não tiverem como enterrar os caramujos africanos durante a eliminação, devem entrar em contato com a Secretaria de Meio Ambiente ou com os agentes de saúde.

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Fonte
Assessoria de Comunicação - Marcos Kito

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